Inteligência Artificial

Video Cenário

Vídeo-cenário para a peça Inteligência Artificial, no Centro de Experimentação do Teatro Colón (CETC), em Buenos Aires. A obra do compositor argentino Miguel Galperín discute os limites da Inteligência Artificial, e propõe uma reflexão sobre a condição humana.

A narrativa não-linear encontra apoio na cenografia.

Os efeitos visuais de fragmentação e profundidade são alcançados por módulos de tecido translúcido com projeções sincronizadas com o roteiro, onde o personagem fica imerso. Esses módulos permitem uma expansão visual das analogias usadas pelo personagem.

“Os diversos planos de tecidos dão ritmo ao cenário e volumetria ao conteúdo projetado de animações. As animações minimalistas, sincronizadas com o roteiro e os gestos do ator, o transformam em um grande maestro do cenário”. – diz Liana Brazil.

Comparam-se as fronteiras do natural e do artificial: os limites humanos justapostos aos aspectos quase ilimitados de memória, processamento de dados e durabilidade da IA. A partir dessa discussão central, a história se divide em dois momentos: o primeiro, discute a relação do personagem com o tempo; e o segundo, refere-se a sua relação com suas múltiplas identidades. A obra estreou no Centro de Experimentación del Teatro Colón (CETC), um dos mais inovadores centros de performance da América Latina.